71 anos
Alice Faé Toresin
72 anos

72 anos
Claudio Correa de Almeida
80 anos

Eliane Kreisler
66 anos

Etel Kublikowski
71 anos

Francesco Gosciola Jr
63 anos

Fiorella Di Pietro
61 anos

Luzia Aliano
68 anos
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Marco Antônio Oliveira
84 anos

Marcos Paulo Mustafa
61 anos

Maria Aparecida Castilho
71 anos

Maria Covadonga Apostolico
78 anos

Marília Sanches
61 anos

Marli Vasserman
67 anos

Monica Kestener
60 anos

Newton Claudio Giglio
76 anos

64 anos
Regina Helou

70 anos
Regina Simões

Soraya Galeazzi
60 anos

Vera Helena Assis
64 anos

Vera Lígia Souza
74 anos

Vera Lúcia Dorneles
64 anos

Tereza Buturi
62 anos

Silvana Selvaggi Malvessi
67 anos

Veja como essa história foi escrita.
Turma de 2026 I
A primeira turma de 2026 deu início a uma jornada de aprendizado, curiosidade e descoberta. Ao longo do curso, nossos focas (nome carinhoso dado ao repórter iniciante) conheceram os principais gêneros jornalísticos, participaram de palestras com especialistas, realizaram coletivas de imprensa, produziram reportagens, entrevistas e textos opinativos, vivenciando, na prática, a rotina de uma redação. O percurso foi concluído com a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na Pinacoteca de São Paulo, reunindo todo o conhecimento construído ao longo dessa experiência.
A jornada da Turma 1
Cada aula foi um novo capítulo na formação destes futuros repórteres.

Antes de irem para as atividades práticas, os alunos passaram por um período de formação com as professoras Priscila Jolie, Maíra Teixeira e Karina Yamamoto. Foram aulas dedicadas aos fundamentos do jornalismo, ética, comunicação, pensamento crítico, produção de conteúdo e uso consciente da inteligência artificial. Também conheceram conceitos como pauta, apuração, entrevista, lide e interesse público, construindo a base necessária para as experiências práticas que viriam a seguir.


Atividade 1: A reportagem ganha vida
A primeira atividade prática colocou os alunos diante de um desafio típico de uma redação: produzir uma matéria factual em poucas horas.
Após a palestra do chef Gustavo Toledo sobre gastronomia, memória afetiva e convivência, os alunos participaram de uma coletiva de imprensa, selecionaram as informações mais relevantes e escreveram suas reportagens antes do encerramento da aula.
Foi o primeiro contato com a rotina de um repórter:
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ouvir, apurar, escrever e entregar dentro do prazo.
Atividade 2: Aprender a perguntar
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Depois de aprender o formato ping-pong, nossos alunos participaram de uma coletiva de imprensa com Mestre Liu Chih Ming, especialista em Medicina Tradicional Chinesa, e tiveram uma manhã para transformar respostas em uma entrevista jornalística.
A missão era ouvir com atenção, formular perguntas relevantes e buscar respostas claras.
Selecionar as respostas mais importantes e organizá-las no formato ping-pong. Assim como em uma redação, a entrevista precisava ser escrita, revisada e entregue antes do fim da aula.
Porque fazer boas perguntas também é aprender.

Atividade 3:
Defendendo uma ideia
A manhã começou com uma introdução ao texto opinativo e aos elementos que tornam uma opinião consistente. Em seguida, os alunos acompanharam a palestra de Marion Laurent e José Ramon Navarro, dos Centros Etievan.



Como em uma coletiva de imprensa, os futuros repórteres fizeram perguntas, aprofundaram o tema e buscaram diferentes perspectivas antes de escrever.
Opinião também se constrói.




Atividade 4:
A maior lição do curso

A manhã começou com uma retomada dos principais elementos da matéria factual. Em seguida, os alunos acompanharam a palestra do professor Abrahão Baptista sobre envelhecimento, cérebro e a capacidade de adaptação da mente ao longo da vida, reunindo informações que serviriam de base para a atividade prática.
E no encerramento veio um grande aprendizado...

Ao final da coletiva, o professor explicou que, na ciência, o conhecimento é construído com base em evidências e está sempre sujeito a novas descobertas e revisões. E deixou um recado que resume o espírito do jornalismo:
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